Os anos 70 são emblemáticos para o crescimento da ODB. A começar pela abertura de capital da empresa para o mercado, com a oferta de ações para funcionários e para o público em geral. Seguindo o amadurecimento econômico do País, a ODB cresce se tornando estável e lucrativa. EM 72, firmou uma parceria com a Oxiteno para a construção da Oxicap, sua primeira usina realmente grande, com capacidade de 120 ton/dia. Um dos chamarizes da empresa, que refletia seu momento de ascensão, era o tanque esférico de 4.500 litros. Na época, materiais como solda e corte chegaram a representar 35% das vendas da empresa. Enquanto isso, o País crescia em média 8 a 10% do PIB e somava cerca de 50 milhões de habitantes. No apogeu da década, as indústrias brasileiras intensificaram a produção para atender ao mercado. Com o aumento da demanda por aço, a Oxigênio do Brasil precisa adequar sua capacidade de produção e para isso inicia a instalação de uma série de queimadores especiais alimentados com oxigênio e intensifica o processo de lingoteamento contínuo.
1971 - É inaugurada uma usina no centro industrial de Aratu (BA), que conta com uma coluna de 600 l/hora, transferida de São Paulo.
1972 - É inaugurada uma nova usina de gases (Oxicap) no Pólo Petroquímico de Capuava (SP) e instalado ali o primeiro gasoduto para transporte de oxigênio e nitrogênio, utilizando a tecnologia da Air Liquide. Neste mesmo ano foi inaugurada a filial de Belo Horizonte, com a intenção de apoiar o surto industrial mineiro.
1977 - É instalada em Criciúma uma planta de 30t/d, vinda dos EUA, para ampliar a capacidade de produção no Sul do País.
1978 - A ODB apresenta ao mercado nacional um processo que solucionava o problema de oxidação de metal: o Conspal, uma espécie de atmosfera protetora elaborada a partir de nitrogênio líquido.
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